Conecte seu ERP e veja, em minutos, onde seu dinheiro está parado, vazando ou perdido — sem digitar nada, sem planilha.
Seu Omie sabe tudo. Mas "tudo" não é "gestão" — é lançamento. O GIRO lê o que já está lá e organiza em 23 telas prontas: estoque parado, ruptura, margem real, curva ABC, fornecedor, vendedor, fechamento do mês. Você para de garimpar relatório pra achar decisão.
Todas as telas desta página são do GIRO rodando com a loja de demonstração — uma base mascarada, com a forma de uma operação real e nenhum dado de cliente nosso.
Nenhuma integração do GIRO altera uma vírgula no seu ERP. Não é promessa de contrato: o conector recusa qualquer operação de escrita antes de a requisição sair da rede, e existe teste que tenta gravar de propósito e exige a recusa.
Sua chave fica num cofre, nunca no banco. Cada empresa é isolada da outra pelo próprio banco de dados. Quem você convidar vê o que você deixar — e ninguém mexe em nada.
O GIRO separa o que está parado do que só vende devagar, e põe valor em cima: quanto de capital seu está imobilizado, em quais produtos, e há quanto tempo eles não saem. Não é uma lista de itens — é o seu dinheiro, com nome e prazo.
Cada número abre a lista por trás dele, com filtro por família, por valor e por data da última compra — e sai em Excel.
O GIRO cruza o histórico de venda de cada item com a posição de estoque e mostra quanto ficou na mesa, item a item — o que estava vendendo bem e zerou, o que vai zerar antes de a reposição chegar, e quanto isso custa por mês.
Quando o GIRO ainda não mediu, ele diz — nunca inventa zero. Repare no aviso "estoque não confirmado" na primeira linha: saldo que ninguém mediu não é saldo zero, e um produto nessa situação fica fora da conta em vez de entrar como se fosse falta.
Os números abaixo são de uma leitura completa da loja de demonstração — catálogo, vendas, compras, estoque e preços, sem ninguém digitar nada.
Quanto pedir de cada item, de qual fornecedor, e com que urgência — calculado pela velocidade real de venda dos últimos 90 dias e pelo prazo que aquele fornecedor costuma levar. Pronto pra baixar em Excel e sentar pra negociar.
A aba "por fornecedor" junta o pedido inteiro de cada um numa lista só — é a tela que vira a conversa da compra.
A margem que aparece na nota é otimista: ela não desconta imposto, taxa nem o custo real da última entrada. O GIRO calcula a margem de verdade produto a produto — e mostra quantos itens você está vendendo abaixo do custo sem saber.
Os percentuais de imposto ficam no alto da tela, editáveis: o regime da sua empresa é seu, e a conta se refaz na hora.
Custo nota a nota, histórico de quanto você pagou por aquele item ao longo do tempo, e o quanto da sua compra está concentrado num fornecedor só. Numa tela — a mesma que você abre antes de pedir desconto.
Ainda dentro do mês, o GIRO projeta onde ele fecha no ritmo de hoje, compara com a média dos últimos meses e com o mesmo mês do ano passado, e diz quanto falta por dia útil para virar o jogo. Tempo de agir, não relatório de luto.
A projeção usa dia útil, não dia de calendário — mês com feriado no meio engana quem divide por trinta.
A mesma leitura, o mesmo número, na tela do celular — no corredor do estoque, na frente do fornecedor, no sábado de manhã. Sem app pra instalar: abre no navegador e, se quiser, fica na tela inicial como aplicativo.
Pergunte em português, do jeito que você falaria com o seu contador: como foi o mês, qual cliente sumiu, por que a margem caiu. A resposta sai na hora, calculada sobre as mesmas telas que você acabou de ver. E ela só lê — por construção, não por promessa: o assistente não recebeu nenhuma ferramenta capaz de alterar coisa alguma, nem no ERP, nem no GIRO.
O aviso no topo da conversa é do próprio produto, não uma legenda desta página: pedido de alteração recebe recusa honesta.
Não. O conector tem uma lista fechada de operações permitidas, e nenhuma delas escreve. A recusa acontece antes de a requisição sair da nossa rede, e existe um teste que tenta treze operações de escrita de propósito e exige que todas sejam recusadas. Mesmo que a chave que você nos der tenha permissão de gravar, nós não a usamos.
Omie está funcionando ponta a ponta. A camada de conectores é modular e os próximos entram pelo mesmo caminho — cada conector novo nasce com a mesma barreira de somente-leitura antes de qualquer endpoint. Se o seu ERP ainda não está na lista, fale com a gente: o que decide a ordem da fila é a demanda.
Você conecta com as credenciais de integração do seu ERP e a primeira leitura começa sozinha. As telas que dependem só de venda respondem primeiro; as que dependem de estoque esperam a etapa de estoque terminar — e, até lá, dizem que estão medindo, em vez de mostrar zero.
Num banco nosso, com o isolamento entre empresas aplicado pelo próprio banco, linha a linha. Sua credencial do ERP não fica no banco: vai para um cofre de segredos, com acesso restrito por política. Desconectar apaga a credencial de verdade — não marca como inativa.
Fale com a gente e nós conferimos o cálculo com você. Este produto nasceu conferindo item a item contra o painel que já existia numa operação real — inclusive achando três contas erradas naquele painel, que foram corrigidas aqui em vez de copiadas. Divergência é assunto técnico, não constrangimento.
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